segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A linha editorial de Jukebox















      Agradeço os e-mails de divulgadores, mas deixo bem claro que, por uma questão
de gosto pessoal, a coluna JUKEBOX não publica notícias sobre o mundo sertanejo
(universitário ou não), funk, pagode e molambada similar. Esses gêneros musicais já
tem um generoso espaço na grande mídia e JUKEBOX.







Os 25 maiores boatos da história do rock

A edição americana da revista Rolling Stone publicou em seu site uma lista com os
25 maiores boatos da história do rock em todos os tempos. Leia abaixo a tradução da
matéria.

O fim de semana foi de incansável envio de sugestões para nossa lista dos melhores
rumores no rock de todos os tempos. Combinamos as sugestões dos leitores (muito
boas; agradecemos), adicionamos algumas nossas e estamos prontos para anunciar
nossa lista oficial dos melhores rumores do rock, em todos os tempos. Confira!

1. Paul McCartney está ou esteve morto.


2. O assistente de Steve Nick teve de assoprar cocaína pelo ânus dele porque suas vias

nasais estavam destruídas.

3. Mama Cass morreu depois de engasgar com um sanduíche de presunto.

4. Angie Bowie pegou seu marido na cama com Mick Jagger.

5. Mark David Chapman era um assassino programado pela CIA.

6. Membros do Led Zeppelin masturbaram uma fã adolescente com um peixe/tubarão.

7. Jim Morrison foi morto por membros da administração Nixon / fingiu sua própria
morte / morreu de um ataque cardíaco causado por masturbação em uma banheira
parisiense.

8. Deborah Harry foi raptada pelo serial killer Ted Bundy.

9. Keith Moon jogou um carro dentro da piscina de um hotel Holiday Inn em seu
aniversário de 21 anos, perdeu alguns dentes e conseguiu com que o The Who fosse
banido para sempre de qualquer Holiday Inn.

10. Gene Simmons fez um enxerto de língua de vaca em sua própria língua após um
acidente de carro.

11. Rod Stewart / Lil’ Kim / Jordan Knight tiveram de fazer lavagem estomacal depois
de ingerir uma enorme quantidade de sêmem.

12. Durante uma batida em busca de drogas na casa de Mick Jagger, Marianne Faithfull
foi encontrada com uma barra de chocolate entre as pernas.





13. Marilyn Manson teve removidas suas costelas inferiores para praticar sexo oral em
si próprio.

14. Alice Cooper e Frank Zappa foram presos defecando no palco.

15. Bob Marley foi assassinado / contraiu câncer graças à CIA.

16. A música “In the Air Tonight”, de Phil Collins foi escrita após Collins ter
presenciado um horrível incidente em que um homem deixou que outro se afogasse.

17. Keith Richards fazia/faz regularmente uma tranfusão de todo o seu sangue.

18. Jack e Meg White são irmãos.

19. “Hotel California” é sobre uma igreja cristã que foi abandonada e tomada por
adoradores de satã; os Eagles são adoradores de satã e satã aparece na janela na capa do
álbum.

20. Bob Ezrin, que produziu "Berlin", do Lou Reed, conseguiu os angustiantes choros
de crianças da música “The Kids”, contando aos seus próprios filhos que sua mãe tinha
morrido.

21. O nome Pearl Jam foi escolhido em homenagem a uma geléia da avó de Eddie
Vedder, que continha peiote em sua composição.

22. Charles Manson fez teste para o Monkees.

23. Marilyn Manson interpretou Paul Pfeiffer, o amigo de Kevin Arnold, no
seriado "Anos Incríveis".

24. Robert Johnson vendeu sua alma ao demônio em troca de suas habilidades como
guitarrista.

25. Roy Orbison era um albino e usava óculos escuros porque era cego.

Álbum com gravações inéditas de Jimi Hendrix é lançado em março

A essência de um Jimi Hendrix em sua fase mais inquieta está presente no álbum
“People, Hell And Angels”, que será lançado no dia 5 de março e inclui gravações
inéditas, disse em entrevista à Agência Efe o veterano produtor Eddie Kramer.

Doze músicas gravadas entre 1968 e 1969 refletem um momento particular na breve
trajetória do guitarrista norte-americano (1942-1970), obcecado pela experimentação
e por abrir outras portas musicais, segundo aquele que foi seu produtor e colaborador
habitual desde 1967 até sua prematura e misteriosa morte, em 18 de setembro de 1970.




"Naquela época estava muito inquieto. Ele gostava de tocar com outros artistas e a
Nova York não paravam de chegar bandas inovadoras", lembrou Kramer, parceiro de
Hendrix, que morreu os 28 anos após ter alcançado o estrelato com sua banda, a Jimi
Hendrix Experience.

O novo trabalho póstumo de James Marshall "Jimi" Hendrix será lançado dois anos
depois de “Valleys of Neptune”, um dos álbuns de estúdio publicados após a morte do
guitarrista. Hendrix nasceu em Seattle (EUA) e morreu em Londres por intoxicação de
barbitúricos e inalação de vômito.

Entre as canções selecionadas por Kramer, Janie Hendrix - irmã do músico - e John
McDermott está uma totalmente inédita, Somewhere, recém descoberta e gravada em
março de 1968 com o bateria Buddy Miles e com Stephen Stills no baixo.

Também aparecem canções antigas de Hendrix como Earth Blues, onde também tocam
Billy Cox e Miles, e Izabella, do grupo Gypsy Sun & Rainbows, mas em uma versão
nova que difere da qual saiu em 1970 como single de Band of Gypsys.

Kramer assegura que o disco traz "a pura essência e a magia" do considerado pela
crítica como melhor guitarrista da história, quando preparava seu planejado álbum duplo
First Rays of the New Rising Sun (lançado finalmente em 1997), logo após o aclamado
Electric Lady.

CD do Bossacucanova é sucesso

O grupo carioca Bossacucanova é conhecido por revisitar a música brasileira com
extrema competência. O trio formado em 1997 pelo DJ Marcelinho DaLua, o baixista
Márcio Menescal e o tecladista Alexandre Moreira, procura estabelecer-se não só
como produtores, mas também como autores e músicos e acrescentar um toque
contemporâneo à tradicional sonoridade do samba e da bossa nova.






No CD “Nossa Onda é Essa”, sucesso nacional, grupo conta com as participações
especiais de nomes como: Wilson Simoninha, Oscar Castro Neves, Maria Rita, Davis
Feldman Trio, Cris Delanno, Elza Soares, Emílio Santiago, Martinho da Vila, Marcela
Mangabeira, Teresa Cristina, Moska, Monobloco e o mestre Roberto Menescal.

O álbum foi lançado pela gravadora Coqueiro Verde, que pertence a Erasmo Carlos.

Meia-irmã de Norah Jones conta que foi vítima de abuso sexual na infância

A citarista Anoushka Shankar, filha do falecido citarista indiano Ravi Shankar e
meia-irmã por parte de pai da cantora Norah Jones, falou sobre como ela foi abusada
sexualmente quando criança. Ela revelou que sofreu abuso sexual e verbal por um
homem "que seus pais confiavam".



Segundo o UOL, Shankar compartilha sua história perturbadora em um vídeo publicado
on-line em apoio da "One Billion Rising", campanha global para acabar com a violência
contra as mulheres. "Crescendo, como muitas mulheres que conheço, sofri várias formas de abuso verbal e outras coisas que não sabia como lidar", diz ela no vídeo.

No vídeo, Shankar ainda presta homenagem à estudante de 23 anos de idade que morreu
depois de um ataque brutal contra ela e seu namorado em um ônibus em Nova Déli,
na Índia, em dezembro do ano passado. Shankar foi criada em Londres, Nova Déli e
Califórnia e começou a aprender a tocar com seu pai, Ravi Shankar, aos nove anos. Seu
álbum mais recente, "Viajante", foi lançado em março do ano passado pela Universal
Music.

Lollapalooza Brasil 2013: The Black Keys e Jack White podem vir para a segunda
edição do festival




A dupla The Black Keys e o guitarrista Jack White (ex-The White Stripes), estão
cotados para a segunda edição do Lollapalooza Brasil, marcado para os dias 29, 30 e 31
de março de 2013.

Segundo o colunista Lúcio Ribeiro, do blog Popload, as negociações com os dois
artistas foram concluídas no último fim de semana, durante o Lollapalooza Chicago, nos
Estados Unidos.

Além dos dois grupos, Pearl Jam (foto) e Franz Ferdinand também foram cotados para
integrar o line-up do festival, que ocorrerá mais uma vez no Jockey Club, na Zona Sul
de São Paulo.

A produção do festival prometeu divulgar informações sobre a escalação e a venda de
ingressos em setembro.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Depois de tratar úlcera, Morrissey anuncia retorno aos palcos

                                 O cantor inglês Morrissey, que na semana retrasada cancelou seis shows depois de ser internado para o tratamento de uma úlcera hemorrágica, divulgou um comunicado
anunciando sua pretensão de voltar aos palcos semana que vem.

Em mensagem enviada ao site de fãs True to You, republicada no Brasil pelo Uol, o ex-líder dos Smiths brincou com a repercussão de seu a internação. "As notícias da minha morte foram muito desvalorizadas", disse.

O cantor, de 53 anos, contou que depois de ser admitido no Hospital de William
Beaumont, em Royal Oak no Michigan, foi diagnosticado com uma concussão,
hemorragia interna provocada por uma úlcera e síndrome de Barrett (que afeta
o esôfago). "A parte boa disso é que já não há mais doenças conhecidas para eu
experimentar", acrescentou o cantor que recebeu tratamento para todos os problemas.

Morrissey disse ainda que vai se esforçar para conseguir fazer seu próximo show,
marcado para acontecer em Las Vegas. "Se tiver público para me ver, pode ser que,
afinal, eu morra com um sorriso nos olhos. Se eu não estiver lá, é provável que não
esteja nunca mais em lugar algum", afirmou.



 Por fim, o cantor agradeceu o público de suas últimas apresentações em Nova York e

Melbourne, dizendo que as noites foram duas das melhores de sua carreira.





Titãs: Tony Bellotto em texto sobre a tragédia de Santa Maria dispara: “Nosso
show business é um negócio improvisado e fuleiro, administrado em grande parte
por bandos de aventureiros sem caráter.”





Tony Bellotto, guitarrista dos Titãs e também escritor publicou no Blog da Companhia
(blog da Editora Companhia das Letras - que publica os livros do autor/guitarrista),
um texto em que fala não só sobre a tragédia de Santa Maria, mas revela um pouco do
mundo do show business nacional. Leia o texto na íntegra abaixo.

"Não há como escapar desse horrendo incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, e isso
me faz pensar numa coisa terrível: não sei como tragédias como essa não ocorrem com
mais frequência no Brasil.


Em trinta anos de carreira com os Titãs, constatei (e continuo constatando) como o
nosso show business é um negócio improvisado e fuleiro, administrado em grande parte
por bandos de aventureiros sem caráter. Já vi e vivi de tudo nessas três décadas, e é
espantoso que tão pouco tenha mudado em tantos anos.

Até hoje é comum que bandas e artistas de ponta façam shows em casas de espetáculo
que só têm uma entrada (como era o caso da Kiss). Nesses lugares, quando você chega
para fazer o show, entra pela porta da frente e vai abrindo caminho pelo público até
chegar ao palco.


Além do constrangimento que isso gera, sem contar a exposição a que o artista
fica sujeito, que se manifesta desde um inoportuno pedido para tirar uma foto até o
xingamento de um ou outro bêbado mais exaltado, existe sempre um risco real de
tumulto ou deflagração de alguma situação que escape do controle (aliás, controle
de quem? Tem alguém no controle?). Isso sem contar a incompetência dos ditos
“seguranças” desses lugares.



Não é espantoso que os seguranças da Kiss tenham impedido a saída dos presentes
durante o incêndio porque não tinham pagado a conta? Se você tem alguma
familiaridade com os seguranças dessas casas não vai achar tal comportamento tão
“espantoso”, infelizmente. Lembro de um show que fizemos num ginásio em Campinas,
há alguns anos, quando um segurança matou a tiros um garoto que não tinha conseguido
ingresso e tentava entrar no ginásio por um vão da parede externa.

Outro dia mesmo, chegamos a uma dessas casas e fomos recebidos a vaias. O dono da
casa, que nos contratara para tocar à meia-noite, avisara seu público que o show teria
início às 21h, assim ele poderia faturar três horas de bebida impaciente no bar. Sei
que tudo isso é pouco perto do que aconteceu em Santa Maria, e sei também que em
muitos desses casos, nós, artistas — e nossos empresários — também temos culpa por
toparmos trabalhar em condições tão nebulosas.






The Who: tocando Quadrophenia na íntegra ao vivo no Reino Unido



The Who levará sua versão ao vivo do clássico álbum Quadrophenia ao Reino Unido
em junho, depois da grande turnê que faz pelos Estados Unidos.

Os 10 shows em arenas incluirão uma performance do álbum duplo de 1973 (que
considero o melhor da banda) na íntegra mais um número de outras faixas clássicas da
banda. O líder da banda, o guitarrista Pete Townshend e o frontman Roger Daltrey terão
a companhia de Zak Starkey, Pino Palladino, Simon Townhsend, John Corey, Loren
Gold e Frank Simes.











The Who irá tocar também em Paris e Amsterdã em julho. Para os fãs que pretendem
assistir é bom ir reservando os lugares em www.thewho.com . Datas e locais:

8 Jun: Dublin O2

10 Jun: Belfast Odyssey

12 Jun: Glasgow SECC

15 Jun: London O2


18 Jun: Sheffield Motorpoint Arena

20 Jun: Newcastle Metro Arena

23 Jun: Manchester Arena

25 Jun: Cardiff Motorpoint Arena

28 Jun: Birmingham LG Arena

30 Jun: Liverpool Echo Arena

3 Jul: Paris Bercy

5 Jul: Amsterdam Ziggo Dome

Jun 8: Dublin O2

Jun 10: Belfast Odyssey

Jun 12: Glasgow SECC

Jun 15: London O2

Jun 18: Sheffield Motorpoint Arena

Jun 20: Newcastle Metro Arena

Jun 23: Manchester Arena

Jun 25: Cardiff Motorpoint Arena

Jun 28: Birmingham LG Arena

Jun 30: Liverpool Echo Arena

Jul 3: Paris Bercy

Jul 5: Amsterdam Ziggo Dome



Merecida homenagem: Johnny Cash estampará selo comemorativo nos Estados
Unidos








O cantor Johnny Cash estampará um selo comemorativo nos Estados Unidos, produzido
pelo serviço postal do país. As informações são do site NME, traduzidas pelo Uol.

O selo em tributo a Cash faz parte da série de ícones da música e será produzido com
uma fotografia tirada por Frank Benz para o 16º álbum do cantor "Ring of Fire: The
Best of Johnny Cash". Um museu dedicado a Johnny Cash será aberto em breve em
Nashville e será administrado por Bill Miller, um colecionador de itens do cantor country.

O local ainda terá objetos doados pela família de Cash e vindos da Casa de Cash, um
museu em Hendersonville, Tennessee, fechado em 1999 e que aparece no vídeo da
música "Hurt". Também está em andamento um projeto para preservar a casa que Cash
viveu durante sua infância, em Dyess, no Arkansas, nos anos 1930 e 40.

Johnny morreu em setembro de 2003, aos 71 anos, devido ao diabetes. Menos de quatro
meses antes morreu sua mulher, a também cantora June Carter, devido a complicações
decorrentes de uma cirurgia no coração. Cash foi enterrado ao lado de June no
Tennessee.