Mostrando postagens com marcador Johnny Cash. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Johnny Cash. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Depois de tratar úlcera, Morrissey anuncia retorno aos palcos

                                 O cantor inglês Morrissey, que na semana retrasada cancelou seis shows depois de ser internado para o tratamento de uma úlcera hemorrágica, divulgou um comunicado
anunciando sua pretensão de voltar aos palcos semana que vem.

Em mensagem enviada ao site de fãs True to You, republicada no Brasil pelo Uol, o ex-líder dos Smiths brincou com a repercussão de seu a internação. "As notícias da minha morte foram muito desvalorizadas", disse.

O cantor, de 53 anos, contou que depois de ser admitido no Hospital de William
Beaumont, em Royal Oak no Michigan, foi diagnosticado com uma concussão,
hemorragia interna provocada por uma úlcera e síndrome de Barrett (que afeta
o esôfago). "A parte boa disso é que já não há mais doenças conhecidas para eu
experimentar", acrescentou o cantor que recebeu tratamento para todos os problemas.

Morrissey disse ainda que vai se esforçar para conseguir fazer seu próximo show,
marcado para acontecer em Las Vegas. "Se tiver público para me ver, pode ser que,
afinal, eu morra com um sorriso nos olhos. Se eu não estiver lá, é provável que não
esteja nunca mais em lugar algum", afirmou.



 Por fim, o cantor agradeceu o público de suas últimas apresentações em Nova York e

Melbourne, dizendo que as noites foram duas das melhores de sua carreira.





Titãs: Tony Bellotto em texto sobre a tragédia de Santa Maria dispara: “Nosso
show business é um negócio improvisado e fuleiro, administrado em grande parte
por bandos de aventureiros sem caráter.”





Tony Bellotto, guitarrista dos Titãs e também escritor publicou no Blog da Companhia
(blog da Editora Companhia das Letras - que publica os livros do autor/guitarrista),
um texto em que fala não só sobre a tragédia de Santa Maria, mas revela um pouco do
mundo do show business nacional. Leia o texto na íntegra abaixo.

"Não há como escapar desse horrendo incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, e isso
me faz pensar numa coisa terrível: não sei como tragédias como essa não ocorrem com
mais frequência no Brasil.


Em trinta anos de carreira com os Titãs, constatei (e continuo constatando) como o
nosso show business é um negócio improvisado e fuleiro, administrado em grande parte
por bandos de aventureiros sem caráter. Já vi e vivi de tudo nessas três décadas, e é
espantoso que tão pouco tenha mudado em tantos anos.

Até hoje é comum que bandas e artistas de ponta façam shows em casas de espetáculo
que só têm uma entrada (como era o caso da Kiss). Nesses lugares, quando você chega
para fazer o show, entra pela porta da frente e vai abrindo caminho pelo público até
chegar ao palco.


Além do constrangimento que isso gera, sem contar a exposição a que o artista
fica sujeito, que se manifesta desde um inoportuno pedido para tirar uma foto até o
xingamento de um ou outro bêbado mais exaltado, existe sempre um risco real de
tumulto ou deflagração de alguma situação que escape do controle (aliás, controle
de quem? Tem alguém no controle?). Isso sem contar a incompetência dos ditos
“seguranças” desses lugares.



Não é espantoso que os seguranças da Kiss tenham impedido a saída dos presentes
durante o incêndio porque não tinham pagado a conta? Se você tem alguma
familiaridade com os seguranças dessas casas não vai achar tal comportamento tão
“espantoso”, infelizmente. Lembro de um show que fizemos num ginásio em Campinas,
há alguns anos, quando um segurança matou a tiros um garoto que não tinha conseguido
ingresso e tentava entrar no ginásio por um vão da parede externa.

Outro dia mesmo, chegamos a uma dessas casas e fomos recebidos a vaias. O dono da
casa, que nos contratara para tocar à meia-noite, avisara seu público que o show teria
início às 21h, assim ele poderia faturar três horas de bebida impaciente no bar. Sei
que tudo isso é pouco perto do que aconteceu em Santa Maria, e sei também que em
muitos desses casos, nós, artistas — e nossos empresários — também temos culpa por
toparmos trabalhar em condições tão nebulosas.






The Who: tocando Quadrophenia na íntegra ao vivo no Reino Unido



The Who levará sua versão ao vivo do clássico álbum Quadrophenia ao Reino Unido
em junho, depois da grande turnê que faz pelos Estados Unidos.

Os 10 shows em arenas incluirão uma performance do álbum duplo de 1973 (que
considero o melhor da banda) na íntegra mais um número de outras faixas clássicas da
banda. O líder da banda, o guitarrista Pete Townshend e o frontman Roger Daltrey terão
a companhia de Zak Starkey, Pino Palladino, Simon Townhsend, John Corey, Loren
Gold e Frank Simes.











The Who irá tocar também em Paris e Amsterdã em julho. Para os fãs que pretendem
assistir é bom ir reservando os lugares em www.thewho.com . Datas e locais:

8 Jun: Dublin O2

10 Jun: Belfast Odyssey

12 Jun: Glasgow SECC

15 Jun: London O2


18 Jun: Sheffield Motorpoint Arena

20 Jun: Newcastle Metro Arena

23 Jun: Manchester Arena

25 Jun: Cardiff Motorpoint Arena

28 Jun: Birmingham LG Arena

30 Jun: Liverpool Echo Arena

3 Jul: Paris Bercy

5 Jul: Amsterdam Ziggo Dome

Jun 8: Dublin O2

Jun 10: Belfast Odyssey

Jun 12: Glasgow SECC

Jun 15: London O2

Jun 18: Sheffield Motorpoint Arena

Jun 20: Newcastle Metro Arena

Jun 23: Manchester Arena

Jun 25: Cardiff Motorpoint Arena

Jun 28: Birmingham LG Arena

Jun 30: Liverpool Echo Arena

Jul 3: Paris Bercy

Jul 5: Amsterdam Ziggo Dome



Merecida homenagem: Johnny Cash estampará selo comemorativo nos Estados
Unidos








O cantor Johnny Cash estampará um selo comemorativo nos Estados Unidos, produzido
pelo serviço postal do país. As informações são do site NME, traduzidas pelo Uol.

O selo em tributo a Cash faz parte da série de ícones da música e será produzido com
uma fotografia tirada por Frank Benz para o 16º álbum do cantor "Ring of Fire: The
Best of Johnny Cash". Um museu dedicado a Johnny Cash será aberto em breve em
Nashville e será administrado por Bill Miller, um colecionador de itens do cantor country.

O local ainda terá objetos doados pela família de Cash e vindos da Casa de Cash, um
museu em Hendersonville, Tennessee, fechado em 1999 e que aparece no vídeo da
música "Hurt". Também está em andamento um projeto para preservar a casa que Cash
viveu durante sua infância, em Dyess, no Arkansas, nos anos 1930 e 40.

Johnny morreu em setembro de 2003, aos 71 anos, devido ao diabetes. Menos de quatro
meses antes morreu sua mulher, a também cantora June Carter, devido a complicações
decorrentes de uma cirurgia no coração. Cash foi enterrado ao lado de June no
Tennessee.